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20.6.17

Experimentando a Eyeshadow Base da ARTDECO

Tenho um novo companheiro de maquilhagem. Um pequenino companheiro que cabe na palma de uma mão mas que tem dentro o suficiente para centenas de utilizações e resultados excelentes. 

É uma base de sombra da marca alemã ARTDECO. Dentro do pequeno e prático boião está uma base de textura muito sedosa e muito fácil de aplicar nas pálpebras. A sua principal função é servir de base (como um primário nas paredes) para a aplicação das sombras em pó, fixando-as, não permitindo que "pózinhos" vão caindo para a zona da maçã do rosto, enquanto é aplicada a sombra. Só por isso torna-o quase obrigatório quando se usa sombras muito escuras ou sombras com purpurinas. O pigmento da sombra também fica mais vivo, intenso e realista. Este pode ser um excelente companheiro para todos os dias, mesmo para aqueles em que não vão usar sombra. Se já repararam a olheira não se contenta em viver só na zona inferior dos nossos olhos, havendo dias que há toda uma super olheira em redor dos nossos olhos. Ou então há pálpebras muito vermelhas e inflamadas. Para essas situações esta base funciona como um camuflador disfarçando a olheira e acalma vermelhidão, porque tem um componente super anti-inflamatório, deixando as pálpebras luminosas, cuidadas e hidratadas também. Uma máscara de pestanas e estão prontas para enfrentar o dia. 

Deve ser aplicado com o dedo o anelar (que é o dedo mais delicado e o que tem o curso de maquilhador nas nossas mãos), retirando a base do boião com toques ligeiros e aplicando nas pálpebras exactamente na mesma forma. Fujam à tentação de retirar muito produto na expectativa que resulte melhor. Pelo contrário. 

Fiquei a perceber por experiência própria porque a Eyeshadow Base continua a ser, há mais de 30 anos, desde o seu lançamento, o líder de vendas da marca


Num dia, inspirada por uma formação de maquilhagem, cheguei a casa e testei pela primeira vez este pequeno companheiro. Pela sua luminosidade perlada e capacidade de disfarce gosto de aplicá-lo na pálpebra toda até mesmo à arcada da sobrancelha, conseguindo logo uma uniformização da cor da pálpebra e um efeito lifting da sobrancelha. Que a pessoa aos 35 anos quer é tudo liftado... tudo lá para o céu.



Nesta maquilhagem usei um lápis e 3 cores de sombra (incluindo duas mates e uma luminosa). Senti que com a aplicação da base não tive de repetir tantas vezes a aplicação da sombra para conseguir a intensidade e cor pretendidas. O esfumar das sombras também se tornou mais rápido, conseguindo misturar bem as cores entre si, sem criar aquelas zonas muito escuras e difíceis de esbater. Para mim esta base ganha a minha fidelidade por uma razão em particular, uma que me dana quando maquilho, a sombra fica na pálpebra e não cai no rosto. Fico pior que estragada quando estou a fazer uma maquilhagem, o rosto está perfeitamente corrigido e durante a maquilhagem caiem os "pózinhos"... fico danada!! Já tentei maquilhar os olhos em primeiro lugar e depois tratar do rosto mas não me habituo a essa forma de trabalhar... também agora com esta Base de Sombra da ARTDECO já não preciso.

Ainda para mais o preço é ridiculamente pequenino tendo em conta tudo o que faz.
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19.6.17

Quinta do Pinto... vinho e espaço de amor familiar.

Comida excelente só pode ser melhorada com companhia vínica a rigor e espaço de cortar a respiração. Uma frase que define o meu almoço hoje.

O único dia de folga desta semana começaria comigo sozinha na praia (que já é uma raridade folgas em comum) não fosse ter acordado com o tempo fosco e prometia continuar no nosso cantinho a aproveitar o descanso absoluto (nem o monte de roupa para passar ou o tabuleiro de forno à espera para ser lavado me iriam tirar isso). Um telefonema com um convite para um almoço vínico numa (Sra) Quinta da região é desculpa para interrupção a qualquer dia de descanso. Aproveitando assim, para estarmos também juntinhos num programinha que adoramos os dois.

Como foi? 
Vamos deixar as imagens contar a história...




Os meus vinhos favoritos
Quinta do Pinto Arinto diferente de todos os Arintos que já provei, assim como se fosse um Arinto undercover. Frescura no nariz, frescura na boca, acidez controlada tão nhami com o bacalhau. E o Quinta do Pinto Grande Escolha... uma explosão de coisas boas na boca. Vinhos trabalhados por cabeças e mãos cheias de paixão e amor. A união familiar que gere e caracteriza esta Quinta transparece nos vinhos como em poucos outros. Vinhos merecedores de visitar as mesas das nossas casas e as mesas dos melhores restaurantes com regularidade e orgulho.


Há espelhos que nos pedem para ser fotografados. Aparecer por lá é só um extra.



Os programas inesperados são sempre os meus preferidos.
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16.6.17

Música Papoilar #3

Têm alguma música que vos faça chorar de emoção sempre, sempre, que a ouvem? Eu tenho uma que é choro na certa. Mas um choro bom, inspirador e reconfortante.

O tema, culpado pela maquilhagem esborratada e lenços usados no canto dos olhos, é o "Anjo da Guarda", do Pedro Abrunhosa. Na versão cantada ao vivo com a música Cristina Massena...



Eu até acho que sei porque tem esta reacção é mim... É sempre uma chapada que a música me dá. Acorda-me para a vida e para dar valor e agradecer pela vida que tenho. Afinal a felicidade não se mede pela riqueza das coisas que temos mas pela riqueza das pessoas e das experiências boas que vivemos. Quando a acabo de ouvir sinto-me capaz de tudo... tem o efeito em mim que um livro de autoajuda de 100 páginas tem em certas pessoas.

Obrigada Pedro Abrunhosa por me dares chapadas cerebrais e apertos reconfortantes no coração.

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15.6.17

Receita: Embrulhinhos de Tomate Seco e Manjericão


Talvez a receita mais simples, rápida e saborosa que já criei. Excelente para visitas inesperadas e pouco tempo para fazer um vistaço. O tempo que poupam na confecção dá para ir comprar algum dos ingredientes que vos falte aí na despensa. 

Embrulhinhos de Tomate Seco, Manjericão e Mozarella

ingredientes:

Massa quebrada
1 embalagem de Mozarella fresca 
1 ramo de Majericão (picado deve dar 3 c. de sopa)
Tomate seco ao sol (uma mão cheia)
Sal e pimenta q.b.


Para temperar Azeite e Queijo Feta

Nota: O tomate seco pode ser encontrado em mercearias com frutos secos, na praça ou mesmo em alguns supermercados. Estes são chucha e comprei-os na Praça da Fruta das Caldas, no mesmo senhor que vende as azeitonas, chás e frutos secos.

preparação:

Para dentro duma tigela desfazer a mozarella (eu usei uns restinhos que tinha mais meia embalagem mas uma embalagem é suficiente), juntar o manjericão fresco picado finamente e os tomates secos picados grosseiramente.
Temperar de sal e pimenta e envolver, com a mãos, muito bem.




 Marcar, com o auxílio dum anel próprio ou, como eu, com a borda de uma caixa de plástico ou de uma tigela de pequeno almoço, a massa quebrada. 

Dispôr bolinhas do preparado nos círculos de massa. 

Humedecer as margens com água (vai servir de cola)


Fechar os círculos puxando as margens para cima, formando pequenos e amorosos embrulhinhos.

Untar o fundo de uma, ou várias formas de ir ao forno, com um bocadinho de manteiga.


Levar ao forno a 180ºC até que as pontinhas dos embrulhos fiquem douradinhas.
Servir temperando com lasquinhas de queijo feta, delicioso e salgadinho, e um fio de azeite virgem extra.

Depois só têm de ficar sentados a ouvir: "O que é isto? É muito bom!!"



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14.6.17

O GINÁSIO ESTÁ A RESULTAR?


Para mais fotos da minha aventura desportiva, e outras, visitem-me no meu Instagram.


Tenho uma checklist, meio parva é verdade, que vos convido a consultar, em modo de teste totó online, que responde à questão: "O ginásio está a resultar?"

Chamar nomes aos instrutores mais de 5 vezes durante o treino. (Graças ao Senhor pela música alta). 
Guinchar como a Michelle Brito de cada vez que terminam um exercício (Graças ao Senhor pela música alta).
Sentir um pouco de pequeno-almoço subir à boca em alguma fase do exercício.
Descer as escadas à saída como se tivessem pernas de pau. 
Suar pelo menos 3 gotas (sendo que eu só suo em situações extremas, tipo 35ºC e 80% de humidade relativa).
Ficar vermelho como tomate (Esta é facultativa... para mim obrigatória. Querendo relembrar o susto é clicar
Contar os milésimos de segundos a meio duma série de exercícios.
Pegar em 4 sacos de compras cheios e sentires-te a mulher mais forte do mundo.
Voltar a vestir aquelas calças giras sem apertar a cintura quase até parar a circulação e encher mais as pernas das calças com carnes rijas e firmes.
Doer músculos que não se sabia ter nos dias seguintes ao exercício.
Acordar às 7:00 para ir ao ginásio antes do trabalho.
Ir para o ginásio com alegria e ter saudades logo à saída.

Quanto maior for o número destas afirmações que se aplicam a vós então é porque se estão a divertir no ginásio e a ver resultados.

Nota: Este teste não tem qualquer base científica. Foi completamente inventado da minha cabeça. E existe uma grande probabilidade de, provavelmente, só se aplicar mesmo à minha cabeça.
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9.6.17

Como intensificar sabor numa receita simples?

Um receita simples de massa italiana com carne, cogumelos e molho de tomate pode subir de nível, em intensidade e complexidade de sabor usando técnicas muito simples. Aqui dou-vos um exemplo onde no lugar de usar os cogumelos e os legumes crus, antes dei-lhes um sabor extra. 

Cogumelos grelhados com sal e salva e pimento assado na chama.

Esparguete normalíssimo.

Courgette grelhada e 2 hamburguers marcados na grelha mas crus no centro.

O molho de tomate é o da receita do post aqui.

Queijo forte ralado (Nisa neste caso).




Uma companhia que se mostrou ser o par perfeito desta massa cheia de complexidade, sabor e força - Espumante Blanc de Blancs Sec de Quinta dos Carapeços. A bolinha fininha e uma frescura com corpo casaram lindamente com o sabor ácido, doce e fumado da massa.


Como vêm não são precisos grandes acrobacias, utensílios ou ingredientes para fazer "crescer" uma receita... basta uns truques simples.
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7.6.17

Uma das duas, únicas, receitas que sigo.

Devem existir para aí uns 10 pratos que faço de forma igual sempre. E mesmo assim, de repente, só me consigo lembrar do arroz de tomate, da sopa de tomate e das ervilhas com ovos escalfados... Não sendo por isso um grande motivo de surpresa se vos disser que sou a pior pessoa para seguir receitas. Aliás, tenho livros de receitas cujas páginas nunca viram a luz do dia e não, não são bíblias da culinária são livrinhos de bolso que fui comprando nas feiras a 2€ cada. 

Já fui diferente. Em miúda lia o Pantagruel de ponta a ponta e algumas das receitas cheguei a fazer, poucas, porque a maioria falava de ingredientes que eu nem sabia que existia ou que não tinha como os adquirir porque eram caros e tudo o que eu tinha no bolso era os 100$ para o Bollicao. Apesar de pôr quase nada em prática do que lia tenho a noção que aprendi muito e só agora me apercebo como podemos aprender tanto com um livro quando lemos apaixonados por aquilo que lemos. O Pantagruel era dois livros (os das comidas salgadas e o dos doces), duma edição antiga que a minha tia tinha comprado no Círculo de Leitores e que passou lá para casa. Fiz muitos bolos mas os salgados só os pensei na minha cabeça. Do livro dos salgados aprendi técnicas super tradicionais de cozinhar, os utensílios, medidas e algumas dicas para a "dona de casa". Aprendi ainda, que não é possível fazer uma feijoada saborosa em 30 minutos, que há pratos como terrines que demoram eternidades a ficar prontos e que a maioria das marinadas deveria ser feita com 12 horas de antecedência.

Tive a fase Ana Maria Braga, e o Mais Você, quando estava na universidade e tinha tempo para ver na TV Globo, religiosamente todos os dias o tão famoso programa da manhã brasileiro. Durante 6 meses eu imprimi, da internet, todas as receitas que a Ana Maria e o papagaio Louro José ensinaram. Nessa altura, com mais dinheirinho no bolso cheguei a fazer umas quantas receitas e quase me lancei no mundo da venda de empadinha porta a porta, mas depois veio o Verão e o "negócio da empada" ficou na gaveta. Com a forma de cozinhar brasileira, aprendi a dar muito sabor à comida. Descobri a pimenta vermelha, que agora sei que não é pimenta. Aprendi a não ter medo de juntar fruta num prato salgado ou combinar ingredientes que à partida não resultariam. Também aprendi a usar leite condensado em todas as sobremesas... vício que há muitos anos deixei prevenindo uma provável vida de diabetes.

Depois a vida pôs-se pelo meio e parei de cozinhar, tanto na prática como na leitura. Cozinhar faz bem à minha vida mas só tem lugar na minha vida quando me sinto feliz e com tempo. Essa é a fase que vivo agora, desde há 6 anos... Pelo meio meteu-se o Masterchef Austrália e foi ouro sobre azul. Mesmo nos dias que não publico os meus pratos eu nunca como comida feia e o momento de cozinhar por mais curto que seja é sempre, sempre, sempre um momento de criatividade e alegria. Mesmo em dias como hoje, que me sinto doente com uma faringite a dar cabo de mim, a salada de atum que comi directamente da saladeira foi feita em 10 minutos com carinho com cuidado e com sabor. 

Como em tantas outras coisas na nossa vida, a idade mostra-nos o que queremos, o que realmente tem valor e o que já não importa na nossa vida. E isso também se aplica às coisas do dia a dia. Agora, nunca guardo receitas, tirando algumas minhas (para aí 10% delas para partilhar com amigos desesperados). Guardar para quê se não as vou ler?! Só há duas receitas que guardo e uso recorrentemente. A de Massa de Pizza que devo fazer umas 20 vezes no ano mas que nunca decoro e a de Molho de Tomate do Marco Pierre White. Esta simples mas fabulosa receita tem de ser partilhada porque os que adoram seguir receitas vão adorá-la e os alérgicos a receitas, como eu, também.

É para ser feita na época boa dos tomates, no pico do Verão. Ou durante o Inverno usando tomate-cereja porque é o único que mantém um sabor verdadeiro a tomate mesmo nos meses frios. 


E virão os puritanos da comida: "Aí que horror!! Usar polpa de tomate de conserva para fazer um molho caseiro!!" 
Eu respondo: "XIU!!! Caladinhos!! Já não há paciência para vos aturar. Reclamem com conhecimento. Se for só para parecer bonito e seguirem o rebanho da "corrente intolerante a..." é melhor ficar caladinhos. A polpa de tomate, assim como todo o tomate, de conserva português é dos melhores ingredientes que existe. São usados só os melhores tomates, no auge do sabor a tomate fresco, ali nos meses mais quentes de Verão e a conserva é feita recorrendo a métodos físicos que preservam sabor, intensificando-o, por muitos e largos meses o sabor do tomate naquele frasco de vidro ou lata. Se forem lindos meninos um dia destes conto-vos tudo."

Faço um panelão desta receita e guardo cerca de 4 sacos que vou usando. Serve para pratos pensados com antecedência de dias ou pratos decididos a 30 minutos da refeição. Adoro utilizar os saquinhos de molho de tomate maravilhosos e ter excelentes reacções ao sabor de quem o prova e dizer-lhe: "Fiz esse molho há 3 meses.". Coisas parvas que me divertem.

Se forem do tipo organizado passem esta receita para o vosso caderninho e assinalem-na com cinco estrelas. Já se forem do tipo preguiçoso e desorganizado, tirem uma foto, imprimam e ponham a folha na gaveta dos panos ou guardem só no telemóvel. Em qualquer dos casos tenho a certeza que a vão usar MUITO!



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